O Plano de Gestão Ambiental (PGA) da Via Nascentes das Gerais tem como objetivo a preservação do meio ambiente durante as obras e a operação da rodovia, por meio da implementação de programas que incluem o plantio compensatório como medida de ajuste ambiental.
A concessionária realiza o monitoramento ambiental das obras e serviços, garantindo o controle e a proteção ambiental dos locais das obras, atenuação dos impactos na qualidade do ar, relocação da população da faixa de domínio, entre outros.
O PGA promove, junto aos seus usuários e à comunidade lindeira das rodovias sob sua concessão, ações ambientais de conscientização, principalmente em datas comemorativas como o Dia Mundial da Água, o Dia Mundial do Meio Ambiente, o Dia da Árvore e o Dia de Defesa da Fauna, em que são distribuídos materiais alusivos como mudas de árvores, canecas de material reciclado, lápis ecológicos, entre outros. Ainda por meio do Plano, anualmente, a concessionária trabalha a educação ambiental com palestras e distribuição de folhetos educativos direcionados aos colaboradores da Via Nascentes, empreiteiros e à comunidade.
Projeto SOS São Francisco
A concessionária Via Nascentes mantém uma importante ação de plantio de mudas nativas para a recuperação de áreas selecionadas no Projeto SOS São Francisco, como forma de compensação florestal decorrente da implantação das obras previstas no contrato de concessão. O objetivo do projeto é recuperar as matas ciliares deste importante curso d’água a nível nacional, bem como dos afluentes localizados na porção superior de sua bacia hidrográfica.
O plantio inicial foi realizado no final de 2013, na cidade de Bambuí/MG, onde foram recuperados cerca de 18 hectares. Este plantio é parte do projeto de preservação da mata ciliar do rio São Francisco, que é uma Área de Preservação Permanente (APP), instituída por lei e que, por meio do Projeto SOS São Francisco, criado pelo Ministério Público e apoiado pela Concessionária, está em processo de recuperação.
Nessas áreas foram plantados ipês, quaresmeiras, jacarandás e goiabeiras, que já se encontram em processo avançado de regeneração e com bom potencial de recuperação. No local, grande parte das árvores plantadas já iniciaram o processo de frutificação, atraindo várias espécies de pássaros para a região. Os estudos também detectaram nas áreas do Projeto, por meio de tocas, pegadas e vestígios, a presença de animais silvestres como quatis, capivaras, tatus e onças-pardas. A presença de pássaros e animais já atende a um dos objetivos do projeto de recomposição das matas ciliares, que é fornecer abrigo e permitir o fluxo de migração no local, contribuindo para a dispersão de sementes pelos ambientes onde transitam e para a manutenção das espécies e regeneração de áreas desmatadas.
Na segunda etapa do Projeto, em São Roque de Minas/MG, prevê-se a recuperação de 114 hectares de áreas de preservação permanente (APPs) de cursos d’água afluentes do Rio São Francisco. Neste local, foi realizado o isolamento das áreas, por meio da implantação de cercas. Essas áreas isoladas estão em processo de regeneração natural e irão receber, em 2019, o enriquecimento florístico, visando à recuperação ambiental.
Para a terceira etapa do projeto, já foram realizados levantamentos topográficos de 118,45 hectares de áreas, bem como a elaboração de mapas e locação das cercas que serão implantadas em 2019, visando ao isolamento das áreas para a realização posterior de plantio de mudas nativas.
Mata Atlântica
De acordo com as informações do Ministério do Meio Ambiente do Brasil, estima-se que existam na Mata Atlântica cerca de 20 mil espécies vegetais (aproximadamente 35% das espécies existentes no Brasil), incluindo diversas espécies endêmicas e ameaçadas de extinção. Essa riqueza é maior que a de alguns continentes, como a América do Norte, que conta com 17 mil espécies vegetais, e a Europa, com 12,5 mil. Esse é um dos motivos que torna a Mata Atlântica prioritária para a conservação da biodiversidade mundial.
Diante desta realidade, a concessionária adquiriu 65,84 hectares de área com formação de floresta (bioma de Mata Atlântica) dentro de unidades de conservação ambiental para a doação ao Estado de Minas Gerais, visando ao cumprimento da Lei Federal nº 11.428/2006. Do total dessa área, 45,84 hectares estão localizados na Unidade de Conservação Estadual “Mata do Cedro”, situada no município de Carmópolis de Minas/MG, e 20 hectares estão localizados na Unidade de Conservação Estadual “Serra da Boa Esperança”, no município de Boa Esperança/MG.

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